Monday, 15 February 2010

Sombra quebrada [Broken shadow]

... apago a luz para não me cortar nas arestas de cada sombra.

10 comments:

João Menéres said...

Para lá da tua actividade profissional, tu és uma ARTISTA PLÁSTICA de elevado grau e uma PERSONAGEM DAS LETRAS!

Como se quebra uma sombra? Iluminando, será uma solução.
Como não te cortares nas arestas traiçoeiras?
Como elas estão batidas pela luz e tu estás do lado de cá, apagas a luz de lá.
Desse modo, a engenhosa composição (em que os eternos triângulos são o elemento predominante) ficam bem à vista e dificilmente te enganarás no trilho.

Mais uma magnífica e criativa imagem !

Um beijo sem arestas.

tossan said...

Fantástica foto! Isso é poesia. Abraço

Remus said...

Quando for grande, quero ter a habilidade de arranjar títulos para as fotografias como a L. Reis tem.

Selena Sartorelo said...

Olá L. Reis,

Ser perfeito até quando assumi seus próprios e indefinidos defeitos. Um convívio intelectual e porque não dizer espiritual. Sensitivo se a exposição for sincera. Mas como saber?!Ousada pela amplitude que quer alcançar. Quando nasce a hipótese uma outra possibilidade precisa ser pensada dando o absurdo lógico da situação. Manipular a opinião apresentada,
bem como a por você sentida .Com o quê considera mais puro e sincero que sua essência é capaz de manifestar. Uma física que é estudada universalmente na sua mais profunda ficção e acidentalmente vem sendo praticada contra toda e qualquer razão. Falar sobre assuntos com seriedade com que pensa neles. Expor o teu gosto mais íntimo sem uma exposição vulgar. Praticar uma educação que não consegue encontrar na rotina vivida. O artista que não se satisfaz apenas com o grotesco perfil cor-de-rosa. A apresentação mais sincera que a humanidade pode experimentar, principalmente pela oportunidade e coragem de usar e tirar todas as máscaras que nunca usou. Uma opinião desconfiada é sempre a primeira tida para o estranho que não procurou conhecer. O imenso umbigo do mundo. O buraco negro da sinergia. A tradução da real e demonstrada da sintonia. Não conquista pela concordância mas sim pelo porque escrito tanto do sim como do não. A energia possível da sensação sendo dividida inconscientemente experimentada por todas e várias gerações, As tênues linhas que riscamos a cada passo dado. Um universo sem idade, sem tempo e nem dimensão , por mais real que seja essa interação. Ter discernimento e manter-se alerta com a interpretação. Direcionar a palavra com significação, não estar por estar, é necessário mais que falar, é necessário pensar. Um veículo que é descoberto a cada instante que o sentimento é sentido com o sentido real. Uma opção sensorial . Muito além disso. Muito e infinitamente nada disso. Tudo isso e mais o que não se quer dizer. Uma opção séria e prazerosa de interagir com semelhantes que apresentem a semelhança que quer compartilhar. A prudência é também mais um das opções apresentadas. Sendo a exceção entre o raro da criação. O mais comum dos seres que por ser tão comum assim, torna-se hoje “a bola da vez”. A genialidade da simplicidade que nem todos conseguem ver, entre esses talvez eu e você.
Se concordar gostaria de levar essa imagem para fazer parceria com
o texto?
beijos,

ruimnm said...

É poesia, o que se encontra aqui.
Nos anteriores comentários está tudo o que poderia dizer...

L.Reis said...

Selena: Fica à vontade! :D

Selena Sartorelo said...

Obrigada.

Anonymous said...

Mas de volta à luz ... por vezes sangramos ... porque será !?...
T

L.Reis said...

...porque será?...

laous said...

o olhar, nasce da sombra

e sangra a alma




profunda, esta imagem
também o teu Olhar