Friday, 1 July 2011

Histórias de coisas inúteis-capítulo final [A story of worthless things-last chapter]





























...só falta   saber     se       consigo,         em            mim,            a               força                 do                         v   e   n   t   o.

14 comments:

João Menéres said...

E depois de me teres rasgado todo, atiras-me para o lixo...
Eu bem perguntei se o papel não era reciclável...

Chamas a isso COISAS INÚTEIS. Não és justa.
Pelo menos, permitiram-te criar três belas imagens !!!

Um beijo em noite sem vento, em noite serena.

Rute said...

Acho tudo lindissimo....sem mais palavras...deixo-te

1 beijinho:)

Clarice said...

ninguém sabe... escrever assim como tu , os dias em que as tuas frases, se eu as conseguisse criar, se colam aos meus dias... ninguém sabe...

Margarida Belchior said...

... inútil o papel reciclado? ... vais fazê-lo voar? ... voas com ele? ... também quero!!

:-DD

Série espectacular!! Só tu!!
;-)

Bjs

P.S. - Cadé o papel de 25 linhas? ... ainda não recebi nada!!

Anonymous said...

Fotografia é assim ... o resto é retrato!

Inté.

Remus said...

Agora toca a pegar neste montinho e coloca-lo na reciclagem.
Como sempre, um conceito genial.

Anonymous said...

Esclarecimento: De modo algum, com o meu comentário das 9h33m, quis desprestigiar os demais fotógrafos, amantes de fotografia ou aprendizes desta ARTE, que regularmente visitam este blog. Contudo em certas ocasiões (e muitissimas), o misto do trabalho "foto-letra" de L.Reis é uma verdadeira "viagem fora do combinado".

Inté.

João Menéres said...

Perfeitamente de acordo, caro ANÓNIMO das 9:33 e das 12:26 !
( E a L. REIS sabe bem a minha opinião acerca da obra que nos apresenta aqui no DIGIT@L PIXEL...).

Um abraço.

ruimnm said...

soprar, soprar!

mfc said...

... a ideia finalizada!

Helder Ferreira said...

eu acho que a força do vento está todos os dias contigo. :)

legivel said...

... sempre achei que o vento é uma coisa tramada porque me despenteava o cabelo que tão cuidadosamente penteava. Adolescente, chegava a voltar para casa, aguardando que a ventania cessasse... Problema que deixou de existir devido a uma calvície precoce; da popa "à Elvis" ao boné da Nike, foi um ápice. Mas ao mesmo tempo, útil, porque quando me bate nas costas é a única maneira que tenho de não chegar atrasado a um encontro aprazado. E fazia girar as velas dos moínhos e dos barcos que são situações que já não se colocam mas não deixam de ter um certo romantismo. Cheguei a fazer a travessia Cacilhas-Lisboa de fragata e completava o percurso para o emprego (no Chiado) de bicicleta. Tudo isto para te dizer que a´s histórias das tuas fotografias são úteis e não se perderão no tempo das coisas inúteis.

Anonymous said...

... eu nunca consegui que soprasse ...a mais pequena brisa ...
T

ci said...

adoro esta.