Friday, 6 October 2017

Como fazer uma história - Parte IV

Tivesse eu a inspiração das estrelas e acenderia palavras nos cantos escuros dos dias.

5 comments:

João Menéres said...

Basta que sigas o percurso da estrela mor que logo as palavras se acenderão.

És pior que o malvado do da LEYA a guilhotinar livros !
Mas como escreves coisas assim, compensas de largo.

Dida said...

Realmente.
L. Reis escreve e corta a direito sem linhas tortas.
Poderia dizer que gostei da foto, e digo.
Mas encanta-me a frase iluminada sobre a mesma.

Rasuras do Aparo said...

... para que serve ter a inspiração das outras ... quando as noites se tornam dias ... noite após noite normalmente alguns minutos depois das 00:00 ... lembro-me sempre dessa claridade que de ti exalava noutros tempos ... em que as noites eram dias sorridentes ...

Ana Lúcia said...

E assim é a nossa história, nada linear, cheia de desvios, de "caminhos", de possibilidades...

Remus said...

Mas que história é essa que: «Fui directamente ao piso dos cuidados intensivos...» e que «voz, desligou. Consultei o mapa. Encontrava-me a trezentos qui-» ou que «-cabeças fica terminado. Via-o ...ta....nar-me. Podia sentir a»?
Para não falar que: «e vesti uma bata antes de» e que «esperei que ele adormecesse»
E quem era a Laura que andava perdida?

Agora fiquei com um aperto no peito. O que estava nos cuidados intensivos recuperou? A voz que desligou, tornou a ligar? E o que foi fazer de bata vestida depois do outro adormecer?

A LReis não nos pode deixar com estas dúvidas. Tem que terminar a história. Não pode deixar-nos aqui aos papeis... às tiras.
:-)