Tens toda a razão. Um rio com seus afluentes a correrem entre montanhas. Matéria prima para construir o barco há. Pelo menos alguma. Ou para te confortar à lareira no Inverno que se aproxima vindo da margem chamada Outono.
Perfeição magistral, tudo que meu olhar alcança nestas obras que permites serem apreciadas para nosso absoluto deleite.
De um lado, o lado de baixo, vejo pedra, degraus, um cinza do elemento natural,uma textura real onde consigo identificar uma superficie dura e um pouco irregular. Do outro, o lado de cima, são montanhas, riscos lixados, tons claros de desenhar e com a mesma irregularidade deixa o rio penetrar. Sombra que cobre a sombra do olhar. O rio que percorre no fundo fazendo a terra a casca viva que tem no mundo. Um mergulho profundo que transforma a margem numa casca frágil de se estar, sem momento certo pode trincar e lança os lados que bem pode ver num vázio interminável para vagar. Uma arte que aproxima-se da imensidão.
Tens toda a razão.
ReplyDeleteUm rio com seus afluentes a correrem entre montanhas.
Matéria prima para construir o barco há. Pelo menos alguma.
Ou para te confortar à lareira
no Inverno que se aproxima
vindo da margem chamada Outono.
Perfeição magistral, tudo que meu olhar alcança nestas obras que permites serem apreciadas para nosso absoluto deleite.
Um beijo serrado nessa sombra.
E ... eu continuo acreditar que um dia perderás o medo de navegar ...
ReplyDeleteO barqueiro ...
T
Olá L. Reis
ReplyDeleteDe um lado, o lado de baixo, vejo pedra, degraus, um cinza do elemento natural,uma textura real onde consigo identificar uma superficie dura e um pouco irregular.
Do outro, o lado de cima, são montanhas, riscos lixados, tons claros de desenhar e com a mesma irregularidade deixa o rio penetrar. Sombra que cobre a sombra do olhar.
O rio que percorre no fundo fazendo a terra a casca viva que tem no mundo. Um mergulho profundo que transforma a margem numa casca frágil de se estar, sem momento certo pode trincar e lança os lados que bem pode ver num vázio interminável para vagar.
Uma arte que aproxima-se da imensidão.
beijos,
Selena
A strange shadow work
ReplyDelete...quase...já é um princípio... para voltar (quase) a acreditar...
ReplyDelete*estes rios de sombra...
Mais um excelente abstracto que defini tudo.
ReplyDeleteNão vindes vós de maneira
ReplyDeletepera entrar neste navio.
Essoutro vai mais vazio
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ReplyDeleteA Wonderful Phrase for this picture.
ReplyDeleteGreat B&W!!!
Fotografia muito intrigante e que permite fazer diversas interpretações.
ReplyDeleteBeautiful capture & perfect title -- took me a while to figure out how you got this one!
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